Refrigerante

Hoje em dia, é muito comum relacionar o desenvolvimento da Celulite com Refrigerantes. Surgem perguntas como: “refrigerante dá celulite?”, “e as bebidas light e diet?”, “um copo de refrigerante é igual a celulite na perna?”. Este post responde tais perguntas.

Confira!

 

A Celulite e o Refrigerante

Antes de afirmar que refrigerante dá celulite, primeiro é necessário entender como ela surge no corpo. Resumidamente, as células de gordura do tecido hipodérmico aumentam e fazem uma pressão, empurrando todas as estruturas que estão acima delas – ou seja, a derme e a epiderme. Com isso, as fibras de colágeno e elastina, cumprindo seu trabalho, mantém a sustentação da pele e impedem que as ligações se rompam. Assim, elevações e depressões são formadas – diga olá para as celulites!

 

Entenda mais, lendo o post: você conhece alguém que tem celulite porque quer?

 

E aonde o refrigerante entra nessa história?

                Açúcar! Refrigerantes são ricos em açúcar. E “açúcar”, de modo geral, é o um jeito diferente de falar carboidratos. Os carboidratos, por sua vez, estão intimamente ligados as células de gordura do corpo. Por serem fonte de energia, quando ingeridos em excesso, a “energia extra” é transformada em gordura para ser consumida posteriormente.

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Então, refrigerante dá celulite?

                Resposta: não necessariamente. Se você parar para notar, em um copo de refrigerante, há em média 21 gramas de açúcar. A quantidade diária recomendada pela Organização Mundial da Saúde é 25 gramas. Ou seja, em um copo de refrigerante há cerca de 84% do açúcar que você deve consumir em um único dia! Logo, refrigerantes são ricos em açúcar.
Quando o açúcar é ingerido em excesso, ele pode facilitar o acúmulo de mais gordura. E, se essa gordura for acumulada na região onde a pessoa já tem celulite ou tem pré-disposição à celulite, pode sim piorar o funcionamento do metabolismo dérmico – o funcionamento da pele – e aí sim facilitar o processo da formação dos nódulos celulíticos. A famosa celulite.

 

Sendo assim, refrigerante diretamente não “dá” celulite. Se você consome refrigerante moderadamente e mantém hábitos saudáveis de alimentação balanceada, suas chances são bem reduzidas. Agora, se você toma refrigerante, mas não possui tais hábitos e como consequência disso está “ganhando peso”, suas chances de verem celulite surgindo no seu corpo são maiores.

 

Quanto de açúcar tem no refrigerante?

            Para responder a essa pergunta, fizemos um infográfico para mostrar a quantidade de açúcar – ou carboidrato – em um refrigerante convencional de cola. Observe a imagem abaixo.

 

 

Açucar-Refrigerante-Celulite

E os refrigerantes light, diet e zero?

                Refrigerante diet dá celulite? E o light? E o zero? Eles não são ricos em carboidratos, logo, não tem relação com a celulite, certo? Errado.
Apesar de possuir apenas traços de açúcar em sua composição, os refrigerantes light, diet, zero e até mesmo os convencionais são ricos em sódio. O sódio é um mineral que influencia a retenção de líquidos. Quando o sódio é excessivo, o organismo tende a reter mais líquidos comprometendo o metabolismo da pele – fato que também contribui para o desenvolvimento da celulite.

 

Conclusão

                Apesar de sabermos disso, refrigerantes são péssimos por possuírem baixíssimos ou quase zero níveis de nutrientes para o organismo. Resumindo: não será tomando refrigerante com frequência que você evitará a celulite. Ponto.
Lembramos também que a OligoFlora é contra o radicalismo: se você gosta de refrigerante, bebê-lo ocasionalmente não será um grande problema desde que você tenha consciência de que ele não é benéfico para seu corpo e que mantenha hábitos saudáveis para “compensar” e equilibrar seu organismo. Afinal, um refri gelado em uma tarde quente pode ser refrescante de vez em quando, não é mesmo?
                O segredo é manter o equilíbrio!

 

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Todas as informações contidas nesse post foram fornecidas pelo departamento técnico-científico de Pesquisa e Desenvolvimento da OligoFlora, chefiado pela Dra. Cláudia Torquato.

 

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